Registros da última Copa Saga (Créditos - Divulgação Grupo Saga)
Práticas esportivas coletivas favorecem a convivência e o sentimento de pertencimento entre colaboradores; é o caso do Grupo Saga, que anualmente realiza competições nas cinco regiões onde atua
Para
além dos benefícios claros para a saúde enquanto atividade física, o esporte
coletivo também pode funcionar como espaço de conexão social. Segundo revisão
de estudos internacionais publicados na Scandinavian Journal of Public Health,
que analisaram a participação de adultos nessa modalidade, o esporte coletivo
promove suporte social e emocional, sensação de pertencimento, ampliação das
redes de relacionamento e interação social.
É
justamente essa dimensão social que faz do esporte um ponto de encontro que
ultrapassa a competição, podendo impactar positivamente inclusive o ambiente de
trabalho. No Grupo Saga, essa relação é vivida por meio da Copa Saga, ação
realizada nas cinco regiões de atuação da empresa – Goiás, Distrito Federal,
Minas Gerais, Mato Grosso e Rondônia. “Cada uma das nossas praças organiza e
vive a experiência de acordo com sua realidade, sob supervisão das nossas
equipes de Gente e Gestão. O esporte cria uma linguagem comum entre equipes com
culturas e contextos regionais próprios”, explica a diretora de Recursos
Humanos do Grupo Saga, Bianca Martins.
Com
competições que acontecem anualmente ao longo de julho e agosto, a Copa Saga
contempla futebol, vôlei e jogos online da FIFA. Mais de mil colaboradores
costumam participar da programação, que inclui equipes masculinas e femininas. Os times são formados e começam a se preparar
e treinar com antecedência para os jogos, e os familiares ainda podem
participar da torcida durante as partidas.
“Para
nós, a Copa é uma oportunidade de aproximar as pessoas de forma muito natural.
É muito bacana o momento em que os times se organizam, treinam e vivem essa
expectativa dos jogos. No fim, mais do que ganhar ou perder, ficamos marcados
pelas experiências compartilhadas e os vínculos criados ao longo desse
caminho”, conta Vinicius Ferreira, especialista mecânico no Grupo Saga.
A diretora de RH do grupo reitera que o ponto central da ação não está em transformar uma competição interna em vantagem corporativa, mas sim em reconhecer, na prática, os benefícios que o esporte e a experiência coletiva trazem para os colaboradores. “Em um país em que o esporte segue sendo uma das principais manifestações de identidade coletiva, a Copa Saga oferece um recorte sobre como essa paixão pode atravessar o ambiente de trabalho sem deixar de ser, antes de tudo, uma experiência humana. Também mostra como uma mesma prática pode fortalecer vínculos e unir realidades regionais totalmente diferentes”, finaliza Bianca.


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