Fieg prestigia 20 anos da ABRA em Brasília com participação de André Rocha

A reciclagem animal tem papel estratégico na cadeia produtiva brasileira ao transformar subprodutos de origem animal em matérias-primas e insumos para diferentes segmentos da indústria. Essa relevância esteve no centro das comemorações pelos 20 anos da Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra), realizadas terça-feira (25), no espaço Villa Rizza, em Brasília, durante solenidade que também marcou a posse do novo Conselho Diretivo da entidade.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, participou da cerimônia que reuniu empresários, autoridades e representantes de entidades empresariais. O encontro reforçou a importância da atividade para o aproveitamento de recursos, a agregação de valor à produção e o fortalecimento da integração entre indústria e agronegócio.

Entre as lideranças presentes estavam o prefeito de Goiânia e presidente emérito da Fieg, Sandro Mabel; o presidente emérito da Fieg e diretor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), além de presidente do Conselho Temático Permanente de Assuntos Legislativos (Cal) da CNI, Paulo Afonso Ferreira; o vice-presidente da Fieg, Emílio Bittar, acompanhado da esposa, Shirlei Plazza Bittar; e o presidente do Conselho Diretivo da Abra, Pedro Bittar, acompanhado da esposa, Ana Bittar. Também participaram o vice-presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg), Thiago Falbo, além de empresários e representantes do setor produtivo.

Para André Rocha, a trajetória da ABRA demonstra a relevância de uma atividade que contribui para a eficiência da cadeia produtiva e para o desenvolvimento da indústria brasileira. “Celebrar os 20 anos da ABRA é reconhecer a contribuição de um setor que gera valor, movimenta a indústria e fortalece a economia. É uma satisfação prestigiar este momento e a nova gestão da entidade.”
Ao assumir a presidência do Conselho Diretivo da Abra, Pedro Bittar destacou a necessidade de fortalecer a competitividade do país, com maior previsibilidade e segurança jurídica para o setor. “Nós queremos construir um Brasil mais justo e competitivo”, afirmou.


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