Colaboradores, da equipe multiprofissional, fazem parte do sucesso dos resultados

Momento de alta é acompanhado por profissionais da saúde juntamente da família. Foto: Divulgação

O Hospital Estadual de Luziânia (HEL) chegou ao número de 2.040 altas de pacientes totalmente recuperados. Esse resultado só foi possível graças ao desempenho dos colaboradores, o investimento sólido e frequente em infraestrutura e treinamento, além do empenho individual de cada um que passa por tratamento.

Todos pacientes internados chegaram em estado moderado ou grave e precisaram ser internados em leitos de enfermaria ou UTI. Desde maio de 2020 o Pronto-Socorro já realizou 30.391 atendimentos de Luziânia e outros municípios de Goiás – e até mesmo outros estados do país. No total o HEL tem uma média de 3,84 altas por dia.

Um exemplo do sucesso no atendimento do Hospital Estadual de Luziânia passa por sua equipe multidisciplinar, formada por enfermeiros, médicos, psicólogas, nutricionistas, assistentes sociais, fisioterapeutas e fonoaudiólogas.

A equipe é responsável pelos cuidados e por avaliar a situação de cada paciente, analisando sua história individual e focando os cuidados de acordo com suas necessidades. Os enfermeiros também têm papel na recuperação das pessoas auxiliando o tratamento na administração de medicação e realizando cuidados gerais que vão do banho no leito, passando por curativos e apoio de quem está internado.

Altas marcantes

Dentre as mais de 2.000 altas, muitos pacientes fizeram história, tanto por uma recuperação difícil quanto por sua emocionante saída do hospital. Durante esses mais de 17 meses de funcionamento, já ocorreram dois pedidos de casamento. O primeiro foi realizado pelo mecânico industrial Júlio Camargo, que ao sair pela porta do HEL, pediu sua namorada, Fabiana Fernandes, em casamento.

O segundo ocorreu quando Lenir Evangelho, de 64 anos, recebeu alta e foi recebida por seu esposo, Osni Evangelho, que emocionado pela recuperação da amada decidiu pedi-la em casamento novamente. Os novos votos e troca de alianças foi feita diante de todos em um momento de muito amor e celebração da vida.

A música, grande aliada do projeto Amor Cantado, também está presente no momento da alta. Sempre há festa, palmas e canções cantadas pelos profissionais de saúde e, em épocas como na Festa Junina, há músicas, danças e roupas típicas e muita animação no momento que o paciente deixa o Hospital Estadual de Luziânia e retorna para casa.

Para o diretor-geral do HEL, Francisco Amud, a chegada de 2.000 altas é motivo de comemoração por todos. “Quando começamos nosso objetivo era recuperar o máximo de pessoas possíveis. As 2000 altas é prova que conseguimos. Podemos chegar ainda mais longe no próximo ano”, afirma.

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Caroline Guerra

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